DTI: Destinos Turísticos Inteligentes são o futuro do turismo brasileiro

DTI: Destinos Turísticos Inteligentes são o futuro do turismo brasileiro

O conceito de DTI – Destinos Turísticos Inteligentes representa uma transformação fundamental no modo como as cidades brasileiras se posicionam no cenário global do turismo. Desde já, observa-se uma crescente mobilização nacional para modernizar a gestão turística, integrando tecnologia, sustentabilidade e inclusão. A partir da consolidação da estratégia liderada pelo Ministério do Turismo, o Brasil vem avançando rumo a um novo modelo de desenvolvimento. Agora, mais conectado, acessível e voltado à experiência do visitante e ao bem-estar da população local.

Como funciona a metodologia de um Destino Turístico Inteligente?

Primeiramente, é preciso compreender que um DTI não é definido apenas por infraestrutura tecnológica. A metodologia aplicada no Brasil baseia-se em cinco eixos estruturantes que atuam de forma sinérgica. Cada um deles contribui para um ecossistema turístico mais resiliente, inovador e sustentável.

Governança é o primeiro pilar: e talvez o mais sensível. Trata-se da construção de uma gestão colaborativa entre setor público, iniciativa privada, sociedade civil e academia. Em outras palavras, um DTI depende diretamente da articulação entre os diversos agentes envolvidos na cadeia do turismo, garantindo eficiência, representatividade e continuidade nas políticas públicas.

Inovação, por sua vez, envolve o incentivo constante a soluções criativas e disruptivas. Seja por meio de startups voltadas ao setor, seja pela modernização de serviços já existentes, esse eixo amplia a capacidade de adaptação dos destinos às novas exigências do mercado. Do mesmo modo, ele permite responder com agilidade a mudanças no comportamento do turista.

O pilar da tecnologia engloba desde a conectividade digital até plataformas integradas de gestão e atendimento. Além disso, destaca-se a oferta de internet gratuita em pontos estratégicos, a utilização de big data para análise de fluxo turístico e o uso crescente da inteligência artificial. Como resultado, os destinos conseguem proporcionar experiências mais personalizadas e eficientes.

A sustentabilidade é outro alicerce indispensável. Nesse sentido, um DTI deve assegurar o equilíbrio entre crescimento econômico, conservação ambiental e responsabilidade social. Ou seja, o turismo precisa gerar valor sem comprometer os recursos naturais nem prejudicar a identidade cultural local.

Por fim, a acessibilidade completa o modelo com um olhar atento à inclusão. O compromisso é garantir que todos os atrativos turísticos, serviços e informações estejam disponíveis para pessoas com diferentes perfis, idades e condições físicas. Assim também, isso fortalece a imagem dos destinos como espaços democráticos e acolhedores.

Quais são os avanços mais recentes dos DTI no Brasil?

Atualmente, o Ministério do Turismo vem intensificando sua estratégia nacional de implementação dos DTI em municípios de diferentes portes. Desde 2025, uma série de workshops e capacitações tem qualificado centenas de gestores públicos, criando uma rede ativa de colaboração e disseminação de boas práticas.

Em 2026, essa mobilização ganhou ainda mais força. Cidades como Foz do Iguaçu (PR), Goiânia (GO) e Santos (SP) já conquistaram o selo “DTI em Transformação”, uma certificação que reconhece o compromisso com a metodologia e os avanços na aplicação dos cinco pilares. Com isso, elas se posicionam como referências para outros municípios que desejam ingressar nesse processo.

Além disso, novas tendências vêm moldando os rumos do projeto. A aplicação da inteligência artificial, por exemplo, tornou-se uma prioridade. Ferramentas de IA são usadas para criar roteiros personalizados, otimizando o tempo do visitante e ampliando sua conexão com o destino. Ao mesmo tempo, nota-se uma valorização crescente de viagens autênticas e conscientes, com foco em vivências imersivas, cultura local e impacto positivo.

Por que transformar uma cidade em DTI é estratégico para o futuro?

Transformar um município tradicional em um Destino Turístico Inteligente não é apenas uma questão de modernização. É uma estratégia de competitividade. O turismo global está cada vez mais exigente, e os viajantes valorizam não apenas a beleza do lugar, mas também a qualidade dos serviços, a conectividade digital, o respeito à diversidade e o compromisso ambiental.

Dessa forma, a adoção do modelo DTI fortalece a capacidade dos destinos brasileiros de atrair turistas internacionais, gerar empregos e impulsionar a economia local. Com uma gestão mais eficiente e baseada em dados concretos, os municípios conseguem planejar melhor suas ações, reduzir desperdícios e investir de forma mais assertiva.

Ao mesmo tempo, o impacto positivo se estende à comunidade. Os moradores se beneficiam com melhorias na mobilidade, segurança, conectividade e participação nas decisões públicas. Ou seja, o turismo deixa de ser apenas uma atividade econômica e é um vetor de desenvolvimento humano, inclusão social e valorização cultural.

Quais os desafios e oportunidades dos DTI no Brasil?

Apesar dos avanços, o caminho para a consolidação dos DTI ainda enfrenta desafios significativos. Um dos principais obstáculos é a desigualdade de infraestrutura entre os municípios, sobretudo em regiões com menor acesso à conectividade e recursos técnicos. Ainda assim, iniciativas de apoio do governo federal, como a disponibilização de manuais e capacitações online, têm contribuído para mitigar essas barreiras.

Outro ponto importante é a mudança de mentalidade. A transformação em DTI requer engajamento coletivo, planejamento de longo prazo e disposição para rever práticas tradicionais. Nem sempre isso ocorre de forma rápida, mas, quando bem conduzido, o processo gera frutos duradouros.

Por outro lado, as oportunidades são imensas. O Brasil possui uma diversidade natural, cultural e histórica única no mundo. Combinada a uma gestão inteligente e responsável, essa riqueza pode colocar o país entre os destinos mais desejados do planeta. A tendência global de buscar viagens mais significativas, éticas e digitais favorece exatamente o modelo proposto pelos DTI.

Além disso, o investimento em inovação pode estimular o empreendedorismo local, fomentar novas tecnologias e atrair parcerias estratégicas com universidades, centros de pesquisa e organizações internacionais. Nesse cenário, os DTI tornam-se não apenas destinos, mas verdadeiros laboratórios vivos de transformação social e territorial.

Como a gestão comercial impacta diretamente a consolidação dos DTI?

A profissionalização da gestão comercial é um dos fatores-chave para o sucesso de um Destino Turístico Inteligente. Afinal, não basta contar com tecnologia de ponta e sustentabilidade se os serviços turísticos não forem comercializados com estratégia, sincronia e propósito. Nesse cenário, conte com a atuação da nossa consultoria especializada. O que é fundamental para alinhar processos, treinar equipes e transformar oportunidades em resultados mensuráveis.

Por exemplo, ao diagnosticar os pontos críticos de um hotel ou atrativo turístico dentro de um DTI, identificamos gargalos na operação, revisando a jornada do cliente e implementado os padrões de atendimento que se convertem em maior satisfação e fidelização. Com isso, os destinos ganham consistência na entrega da experiência prometida. Ou seja, um dos pilares essenciais do modelo inteligente.

Além disso, ao integrar vendas e marketing com foco digital, potencializamos a visibilidade de produtos turísticos e melhorando sua performance em mercados estratégicos. Dessa forma, o destino como um todo torna-se mais competitivo, profissional e atrativo tanto para turistas quanto para investidores.

Qual o papel da sincronia entre equipes nos Destinos Turísticos Inteligentes?

Nos DTI, a sincronia entre equipes não é apenas desejável – ela é estrutural. Hotéis, atrativos, operadoras, guias e serviços de apoio precisam operar como um sistema coeso, onde cada engrenagem cumpre sua função com precisão. Para isso, é imprescindível que haja integração entre setores e clareza nos padrões operacionais.

Nós da A/H entendemos que a excelência no turismo nasce da alinhamento entre estratégia e execução. Por meio de treinamentos personalizados, organizando rotinas e redesenhando fluxos de atendimento. Nossa consultoria promove uma cultura de colaboração e foco em resultados. Isso reduz falhas, aumenta a produtividade e fortalece o posicionamento do destino como uma referência de qualidade.

Em outras palavras, um DTI só é verdadeiramente inteligente quando as pessoas por trás dele estão preparadas, capacitadas e conectadas entre si. A tecnologia pode viabilizar esse processo, mas é o fator humano – lapidado com conhecimento, liderança e método – que o sustenta a longo prazo.

Como a personalização da jornada do cliente fortalece os pilares de um DTI?

Atualmente, o turista busca mais do que lazer – ele deseja conexão, propósito e experiências autênticas. Por isso, a personalização da jornada do cliente é um diferencial estratégico dentro dos Destinos Turísticos Inteligentes. E é exatamente aí que a nossa atuação se destaca, ao combinar análise de dados, escuta ativa e design de experiências.

A partir de diagnósticos in loco e entrevistas com as equipes, a consultoria mapeia toda a jornada do visitante, do primeiro contato à pós-venda. Com isso, são implementadas melhorias específicas que ampliam o engajamento, aumentam o ticket médio e consolidam a reputação do destino. Do mesmo modo, os processos são padronizados para garantir consistência sem perder o toque humano e exclusivo.

Essa abordagem é especialmente eficaz quando aliada à inteligência artificial e às ferramentas digitais que os DTI adotam. Afinal, quando a tecnologia coleta dados e a equipe sabe como usá-los para encantar, o resultado é uma experiência memorável e uma relação duradoura com o visitante.

Quais cidades brasileiras já estão liderando essa transformação?

Em todo o país, dezenas de municípios já aderiram à metodologia dos DTI. Algumas das que se destacam são:

  • Foz do Iguaçu (PR): Pioneira na integração entre turismo, tecnologia e sustentabilidade.
  • Bonito (MS) – referência nacional em ecoturismo aliado à gestão inteligente e preservação ambiental.
  • Gramado (RS) – exemplo de estrutura turística sofisticada com forte investimento em inovação e experiência do visitante.
  • Goiânia (GO): Referência em governança participativa e inovação urbana.
  • Santos (SP): Exemplo de conectividade e acessibilidade em espaços turísticos.

Essas cidades vêm demonstrando ser possível aliar tradição e modernidade, oferecendo experiências de alta qualidade sem perder suas raízes culturais. Com isso, inspiram outras localidades a seguir o mesmo caminho.

Como obter a certificação DTI e de que forma a AH contribui nesse processo?

A certificação como Destino Turístico Inteligente é um reconhecimento estratégico que comprova o compromisso com inovação, sustentabilidade, acessibilidade, governança e tecnologia. Para conquistá-la, é necessário seguir as diretrizes estabelecidas pelo Ministério do Turismo, que envolvem diagnóstico detalhado, implementação de melhorias estruturais e comprovação de resultados práticos em todos os cinco pilares do modelo.

Nesse percurso, o apoio de uma consultoria especializada pode fazer toda a diferença. Somos a A/H – Gestão de Vendas e Marketing e atuamos como parceira técnica para cidades e empreendimentos que desejam estruturar-se conforme os critérios exigidos para a certificação. Realizamos o mapeamento completo do estágio atual do destino, identificado as lacunas operacionais e propomos o plano de ação específico para acelerar o processo de transformação.

Além disso, a nossa consultoria oferece capacitação para equipes, organizando os processos comerciais, padronizando rotinas de atendimento e implementa ferramentas de marketing e gestão com foco em resultados mensuráveis. Dessa forma, o destino não apenas avança rumo à certificação, como também fortalece sua imagem de marca, sua capacidade de atrair turistas e sua eficiência interna.

Contar com o nosso o suporte, a jornada rumo ao DTI deixa de ser abstrata e passa a ser orientada por objetivos claros, métricas de desempenho e excelência na execução. Entre em contato.

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Conluindo

Por fim, a consolidação dos DTI – Destinos Turísticos Inteligentes no Brasil representa um movimento estratégico que vai além da digitalização e da sustentabilidade. Trata-se de uma transformação profunda que integra inovação, inclusão, governança e excelência operacional. Nesse processo, assumimos papel decisivo ao potencializar a performance dos destinos por meio da profissionalização comercial, da sincronia entre equipes e da personalização da jornada do cliente.

Ou seja, ao alinharmos tecnologia e estratégia com foco em resultados tangíveis, os DTI tornam-se mais competitivos, preparados para receber visitantes exigentes e capazes de entregar experiências memoráveis. Portanto, investir nessa estrutura é mais do que uma tendência. É uma decisão inteligente para o presente e indispensável para o futuro de todo o turismo brasileiro.